“A maioria dos clubes coloca 90% do salário dos jogadores no contrato de direito de imagem, e apenas 10% na Carteira Profissional”.
Publicada ontem pelo Blog do José Cruz, a declaração do Senador Zezé Perrela (PDT-MG), tão imoral quanto transportar cocaína em helicóptero, ensinava (e concordava) com a prática executada pelos clubes de futebol do Brasil de disfarçar vencimentos de atletas com intuito, criminoso, de burlar o Imposto de Renda.
Mas os Perrelas, entre confissões públicas (e gravadas) de sonegação e suspeitas de facilitar ou chefiar uma facção do narcotráfico, sempre estiveram envolvidos em problemas.
Vale a pena relembrar Ação motivada pelo MP-MG que pediu bloqueio de bens dos irmãos Zezé e Alvimar, acusados, explicitamente, de levar vantagens, indevidas, em negociações de jogadores da equipe mineira.
Trechos do pedido de “habeas-corpus” da dupla (negado pelo STJ) são esclarecedores:



