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A “laranja” da BWA, o Pacaembu e a preocupante aproximação do Santos

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Através da “laranja” LUARENAS, a BWA, acusada de crimes em quase todos os estados em que mantém negócios, está na disputa para tornar-se administradora do Pacaembu.

A empresa é a favorita numa disputa que contará com a investigada pela Operação Lava-Jato, CONSTRUCAP, além doutros menos importantes, e até insólitos, como a Associação Viva Pacaembu, que entrou na briga para evitar que jogos de futebol sejam realizados no local.

Uma loucura.

Mas o principal trunfo da BWA é justamente o que mais preocupa na operação: o grupo está acertado com a nova diretoria do Santos, que se tornaria, em tese, o clube, oficialmente, mandante do estádio.

Uma absoluta temeridade.

Não pelo fato do clube mandar jogos do Pacaembu, mas por fazê-lo em associação com um bando tratado pelo MP de diversos estados como membros de “organização criminosa”.

Para adoçar a boca dos dirigentes, a BWA vem bancando as últimas partidas do Peixe no local, e, mesmo em meio a rendas deficitárias, anda sorrindo no prejuízo.

Até porque, em caso de crime de “lavagem de dinheiro”, do qual a empresa já foi acusada, o prejuízo á a “Alma do Negócio”.

O Peixe, para jogar no Pacaembu da BWA, receberia 20% da arrecadação líquida, supostamente beneficiado por não ter que investir um tostão na reforma que obrigatoriamente terá que ser executada.

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