O presidente do Santos, Modesto Roma Junior, aceitou empréstimo do ex-presidente Marcelo Teixeira para o clube, contrariando suas próprias promessas, ao jornal “A Tribuna”, de que não iria fazê-lo.
Faltou com a verdade, demonstrando submissão ao ex-dirigente.
Para piorar a falta de transparência, o comando do Santos tentou dissimular a ação, recebendo transferência bancária oriunda das contas bancárias de conhecida faculdade que tem a família Teixeira como proprietária.
Fica a triste sensação de que outras mentiras podem ser contadas durante a gestão que apenas se inicia.
O episódio provocou revolta na oposição, que alega desconformidade com o Estatuto, em seu artigo 89, na operação:
Artigo 89- O SANTOS poderá recorrer a empréstimos bancários ou de terceiros para ajustes no seu fluxo de caixa, nos termos deste Estatuto, sendo vedada a contratação de empréstimos pelo SANTOS, direta ou indiretamente, com membros do Comitê de Gestão, do Conselho Consultivo, do Conselho Fiscal, ou qualquer pessoa física ou jurídica não-financeira a eles relacionadas.
