Ligado ao que há de pior no submundo dos empresários esportivos, uma das revelações do Corinthians na Copinha, Gabriel Vasconcelos, de apenas 18 anos, repetiu a provocação contra a “organizada” que se diz torcedora do Tricolor, criada pelo limítrofe volante Cristian, cruzando os braços e fazendo gestos obscenos ao comemorar seu gol no clássico contra o São Paulo.
Se não se pode esperar bons conselhos de seus agentes, muito menos dos atuais dirigentes, que aplaudiram o absurdo como focas descerebradas que são, coube ao treinador Osmar Loss a iniciativa de repreendê-lo.
Um gesto digno e inteligente.
Ainda há tempo de mostrar a Vasconcelos que puxar o saco da bandidagem “organizada” não é o melhor caminho para se obter sucesso na profissão.
Pelo contrário.
Esse tipo de associação, que requer alto grau de idiotização, em regra, acaba por prejudicar quem dela costuma se utilizar.
