Surgiu, ontem, a informação de que a Match Hospitality Serviços Ltda., da qual o sobrinho de Joseph Blatter é um dos sócios, acusada de ser braço da ‘Máfia” dos ingressos da Copa do Mundo 2014, localizada na Av das Américas, no Rio de Janeiro, abriu uma filial em São Paulo, no início do ano, na Av. Miguel Curi, 111, CEP: 08295-005, em Itaquera.
É verdade.
Trata-se da sede do “Fielzão”, estádio utilizado pelo Corinthians.
O clube precisa explicar.
A não ser por meio de falsificação, é impossível que a iniciativa logre êxito sem anuência do clube, que teria que fornecer a documentação necessária para que uma de suas sedes fosse anexada ao cadastro da empresa.
Começa a fazer sentido, cada vez mais, a enorme quantidade de ingressos que foram parar nas mãos de dirigentes e conselheiros do Corinthians, que estiveram em todos os jogos do Brasil e também no “Fielzão”, situação impossível pelas vias normais.
O clube, que tem um delegado de polícia como presidente, e já teve seu nome associado a MSI, mais uma vez, dificilmente de maneira inocente, tem seu nome ligado a quem se utiliza-se do esporte para enriquecer, tudo indica, de maneira ilícita.

