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Em processo movido pelo empresário Julio Davini Junior, que acusa Wagner Ribeiro de calote na venda de Lucas para o Paris Saint Germain, a Justiça de São Paulo obrigou, por liminar, a exposição dos documentos de todas as partes envolvidas no negócio.
Davini conseguiu comprovar que tinha acordo firmado com Ribeiro que lhe garantia sociedade nesta negociação.
E não é o único.
Vale lembrar que a ex-esposa de Wagner Ribeiro também pediu judicialmente a parte destinada ao empresário na transação.
E descobriu que, embora todos saibam quem intermediou a transferência de Lucas para o exterior, não há papel comprovando o ocorrido.
Ou seja, se houve pagamento, este, muito provavelmente, aconteceu no famoso sistema do “por fora”.
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