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A participação do Ministro da Fazenda, Guido Mantega, em reuniões para beneficiar financeiramente os construtores do estádio “Fielzão” é mais um episódio lamentável da política brasileira.
É a clara utilização de um cargo público e todos os “poderes” nele constituído num profundo desvirtuamento de suas reais funções, ou seja, servir a sociedade.
Não consta, obviamente, que entre as prerrogativas da pasta esteja viabilizar dinheiro, ou pressionar os repassadores, entre eles o BNDES, a liberar verba para quem não possui condições de arcar com as despesas.
Com tantas prioridades a serem observadas, o simples fato do Ministro perder seu tempo com esse tipo de reunião insulta o povo brasileiro, que é quem lhe sustenta financeiramente no Governo.
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