
Baseado não apenas na escassez de jogadores, mas também na capacidade limitada do atual treinador, tudo indica que a Seleção Brasileira está à caminho de um de seus maiores vexames – se não for o maior – no Mundial a ser realizado em 2014.
E será merecido.
Não pode passar impunemente pela história uma associação de gente tão desqualificada numa Confederação de Futebol marcada por tantos escândalos de corrupção.
Vencer seria premiar a malandragem, o toma-lá-dá-cá, a incompetência, diária até, em alguns casos, o banditismo.
Ricardo Teixeira, como presidente, Zé das Medalhas e Fernando Sarney, vices, Andres Sanchez, diretor de seleções e Mano Menezes, treinador, formam um grupo que seria facilmente selecionado na Chicago dos anos 30.
Porém, além de serem o que são, aliam ao contexto geral a incompetência que nem sempre está presente nesse tipo de organização.