
A CBF tem um presidente que recebeu propina da ISL, segundo processo na Suiça, e teve que devolver para evitar o vexame de ter seu nome divulgado ao mundo, além de ter sido objeto de CPIs e investigações mil por ai.
Dirigente que é o responsável, até o momento, pela organização da Copa do Mundo de 2014, em parceria com o Governo Federal e a FIFA.
Seu principal “segurança”, até o momento, é um ex-jogador que diz ser dono de uma empresa de publicidade, mas não assina sequer uma requisição de vale transporte na mesma, por não constar no contrato social.
E que tem como verdadeira proprietária uma empresa inglesa, com contas em paraísos fiscais, e que já foi objeto de CPIs ligadas ao escândalo do mensalão, após realizar negócios com o recém condenado Marcos Valério.
Há também o novo diretor de Seleções, investigado em São Paulo por lavagem de dinheiro, formação de quadrilha, sonegação de impostos, etc.
E que se dizia empresário, sem nunca ter sido.
Toda essa exposição de verdade apenas para questionar a presidente do Brasil sobre algo que é mais do que óbvio.
“O que falta para a senhora, presidente Dilma, tomar partido da situação, no mínimo, pedindo explicações aos citados acima sobre as peripécias que podem colocar o nome do Brasil na lama em 2014 ?”
Será que um dia teremos a resposta ?