Durante o período eleitoral corinthiano, as irregularidades com relação a anistia de associados estão sendo intensificadas.
Descobrimos, recentemente, que alguns sócios inadimplentes estão pagando R$ 1 mil, em dez parcelas, com a promessa de que terão ainda direito a voto no próximo pleito.
Gente que não freqüenta o clube há muitos anos.
Além da evidente compra de votos, existe ainda o agravante de que alguns dos beneficiados, pelo tempo de carteirinha, nem se estivessem em dia com as obrigações teriam direito de participar das eleições.
Há quem diga que o esquema está sendo orquestrado pelo diretor administrativo do Corinthians, o empresário da SORTE, André Negão.
E que o dinheiro, mesmo o pago em dez parcelas (todas em cheques, adiantado em instituições bancárias), não estaria entrando nos cofres alvinegros, mas sendo utilizado como caixa da campanha do delegado Mario Gobbi.
Um prato cheio para a oposição, os conselheiros e os associados investigarem.
