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Coluna do Fiori

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FUTEBOL: POLÍTICA, ARBITRAGEM E VERDADE

Fiori é ex-árbitro da Federação Paulista de Futebol, investigador de Polícia e autor do Livro “A República do Apito” onde relata a verdade sobre os bastidores do futebol paulista e nacional.

http://www.navegareditora.com.br Email: caminhodasideias@superig.com.br

MANIFESTO TENDENCIOSO

Os presidentes da ANAF e SAFESP deram demonstração tendenciosa.

No site das respectivas entidades encontrei manifestação de solidariedade em favor de Sérgio Correa da Silva, presidente da Comissão Nacional de Arbitragem (CONAF), apontado pelo árbitro Gutemberg de Paula Fonseca como sendo praticante de corrupção, na maior cara dura, condenaram o árbitro.

ASSOCIADOS

Ao que sei Sérgio Correa da Silva e Gutemberg de Paula Fonseca, são componentes do quadro associativo dos sindicatos de seus estados, portanto, indiretamente, são integrantes da ANAF.

SINDICÂNCIA

O presidente da ANAF deveria convocar comissão independente com o máximo de quatro pessoas com objetivo de elucidar a denuncia.

DETERMINAÇÃO DO TEMPO

Contando com a data de inicio a sindicância deve ser concluída em sessenta datas continuas.

ELIMINAÇÃO

Os acontecimentos devam ser esclarecidos, empurrar a imundice pra baixo do tapete, será o explicitar do famoso Toma lá dá cá.

FINALIDADE DAS ENTIDADES DE CLASSE

Sempre fui classista, nada passava batido, por este motivo entendo que toda entidade que se define representativa, deva ter por prático:

a)         Aglutinar os componentes da categoria,

b)         Conscientizar que o individualismo é prejudicial.

c)         Amparar os necessitados quando na ativa, como também, quando aposentados.

d)         Promover assistência médica,

e)         Promover assistência dentaria.

f)         Promover assistência com Farmácias.

g)         Promover assistência jurídica.

h)         Promover convênios com vários tipos de comércio.

i)          Promover convênios com escolas técnicas e faculdades.

j)          Promover convênios com academias de esportes.

k)         Contatar órgãos públicos e empreiteiros visando financiamento do imóvel próprio.

l)          Promover convênios com creches e demais estabelecimentos.

RECORDANDO

Caso 01

Quanto ao amparar o árbitro e seus dependentes, lembro do ocorrido entre os anos oitenta e inicio dos noventa.

Em uma tarde, quase noite, de uma sexta feira, tomei conhecimento que a diretoria do SAFESP, houvera sido procurada e negado o pedido de ajuda financeira solicitada pelo árbitro José Erasmo de Deus (com quem tive pequeno atrito quando de uma partida da categoria Juvenil na Vila Belmiro, realizada anos antes), para cobrir despesas hospitalar, vez que sua esposa estava internada.

No ato, caminhei até a sede do SAFESP, conversei com os dirigentes perguntando a razão da negativa, resposta; não somos bancos.

Caso 02

Antes do falecimento, do saudoso árbitro, conhecido por Biro-Biro, conversei com algumas pessoas do meio, através destas, fui informado, que Biro passava por dificuldades de trabalho e financeiras.

Ao me despedir das pessoas, deixei o numero do meu telefone dizendo; caso encontrem com o Biro peguem o endereço da residência, dentro de minha possibilidade, irei colaborar.

COLUNA

Na época, por este espaço, cobrei atitude do presidente Sérgio Correa da Silva, como resposta:

O SAFESP não é entidade filantrópica.

PASSAMENTO

Via fone recebi a noticia que Biro havia falecido, estando de plantão em meu trabalho, não pude comparecer, posteriormente, soube que houve total ausência da parte do SAFESP.

PRESENTES

Marcos Fábio Spironelli presidente da AAGSP, junto alguns árbitros se fizeram presentes.

CONCLUINDO

A hipocrisia continua imperando entre os dirigentes das entidades de classe e seus associados.

Acorda Brasil

SP-14/01/2012

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