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A perícia da polícia carioca não encontrou vestígios de pólvora nem nas mãos de Adriano, muito menos na da garota “oficialmente” acusada pelo disparo.
Os policiais culpam o procedimento adotado, que permitiu a ambos terem tempo de eliminarem as provas das mãos, possivelmente lavando-as, e, estranhamente, não colheu mostras de suas roupas.
Seria realmente tão incompetente a policia do Rio de Janeiro, mesmo sabedora de que o caso teria amplo acompanhamento da mídia, ou alguém precisava ser beneficiado por um suposto equívoco ?
Dúvidas que, evidentemente, nunca serão respondidas.
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