
Encontramos o ex-Secretário Nacional de Justiça, Dr. Romeu Tuma Jr., durante a celebração da missa em memória da mãe de Paulo Garcia, candidato a presidente do Corinthians.
Tuma, que já foi diretor de futebol do Corinthians, fez questão de falar sobre a confusão mais recente em que se envolveu o jogador Adriano.
“Não foi ele que deu o tiro. Minha experiência como policial diz isso. Ele estava no banco da frente. A posição da bala na lateral do carro impossibilita que o revolver tenha sido acionado de lá.”
“Adriano já fez muita bobagem, mas não pode ser crucificado por um crime que claramente não cometeu.”
“Quem atirou, o fez do bando de trás, da posição próxima a porta. Basta observar o porte físico do Adriano e das garotas (4) que estavam no carro e verificar que era impossível ele sequer caber no banco traseiro”.
“Tudo indica que o policial deu bobeira na arma e a garota, curiosa, sem saber manejar a arma, fez bobagem. E, se de fato estiver mentindo, vai se complicar. Atirar na própria mão não acontece nada. Agora, fazer denuncia caluniosa é um fato gravíssimo.”
“É um absurdo a postura da diretoria do Corinthians nesse caso. O Adriano é patrimônio do clube, não poderia estar abandonado, dando entrevista sozinho. Teriam, no mínimo, que enviar um assessor de imprensa para auxiliá-lo, além disso, o departamento jurídico ja deveria ter entrado no caso.”