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Guerra das Urnas

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Mais uma vez, aproveitando-se do item “várias”, da reunião do Conselho Deliberativo, partidários de Mario Gobbi tentaram levar vantagem no Parque São Jorge.

No grito e no soco.

Mas se deram mal, em ambos.

O estatuto do Corinthians prevê que as eleições do clube podem ser disputada por dois formatos: cédulas de papel ou urnas eletrônicas.

As tais urnas – detalhe importante – desde que fornecidas pela Justiça Eleitoral.

Nas últimas eleições, em desacordo estatutário, as urnas utilizadas foram levadas ao clube, oriundas de uma empresa de tecnologia contratada pelo assessor de Andres Sanchez, o intrépido advogado Luis Alberto Bussab.

O mesmo acusado de fraudar a lista de associados.

Muitas foram as denúncias de irregularidades na votação.

Motivo pelo qual, desta vez, os oposicionistas exigem a votação por cédulas de papel ou a utilização de urnas conforme o descrito acima.

Consulta feita previamente à Justiça Eleitoral descartou que a mesma pudesse emprestar seu material, sobrando, portanto, a primeira opção.

Indignados – e temerosos – situacionistas, liderados por André Negão, na base da intimidação, tentaram, a todo custo, abrir votação.

Foram impedidos por oposicionistas – entre eles Marcos Caldeirinha e João Nastari – que levaram a contenda na palavra e no braço, literalmente.

Caldeirinha, no final, teve ainda que revidar uma agressão sofrida pelo conselheiro Romildo, que ficou nocauteado no chão.

O clima eleitoral do Corinthians ferve mais a cada dia, com os oposicionistas abertamente empolgados enquanto os situacionistas demonstram latente preocupação.

Certeza apenas de que o pleito nunca esteve tão equilibrado.

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