Mais uma vez o Corinthians investiu mal o seu dinheiro, ao “remunerar” pela subserviência os bandidos dos Gaviões da Fiel.
Se a desculpa era a de expor a marca do clube na avenida e na tela da televisão conseguiram o intuito, mas da pior maneira possível.
Uma “escola” do crime, travestida de colégio de samba, que não soube explicar adequadamente a história do clube que diz ser torcedora (tanto que receberam nota baixa de enredo) e, que no final de tudo, envergonhou a todos, com atos selvagens dentro do Sambódromo e em suas cercanias.
O nome do Corinthians foi jogado na lama, novamente, por execráveis organizados, financiados por dirigentes de mesmo nível.
O resultado não poderia ser diferente.
Lamento apenas que algumas pessoas – poucas – de boa formação, levadas a confundir o corinthianismo com aqueles que utilizam o símbolo para cometer crimes, permaneçam associados ou freqüentadores destes espaços.
Não percebem que além de contribuir para que o mal persista, acabam por estimular outras pessoas a acreditarem que é um local freqüentável.
Não é.
Trafico de drogas, roubo, vandalismo e violência são o que essa gente tem de “melhor” a oferecer.
Em tempo: Antes que venham dizer que estes bandidos realizam obras sociais, assim como os traficantes do Rio também o fazem, saibam que tudo não passa de estratégia direcionada de marketing. Realizam as ações e logo depois descarregam a notícia nas assessorias de imprensa, que as divulgam para todos.