Fernandão é um grande jogador – indiscutível – mas não é o Pelé.
A exigência e a marra dos dirigentes goianos para negociá-lo com o Tricolor têm ultrapassado os limites.
Querem uma grande quantia em dinheiro, quatro jogadores (entre eles o Richarlysson) e ainda que o São Paulo arque com o salário de todos eles.
Se fosse dirigente do Tricolor desistia do negócio e mandava essa turma passar “ontem”.
No caso de Fernandão, que fica calado assistindo a tudo isso, faria diferente.
No mínimo, deveria conversar com os dirigentes goianos pedindo para que sua saída fosse facilitada.
É evidente que vir para São Paulo seria muito melhor para sua carreira do que jogar pelo Goiás.
Estrutura, holofotes e equipe melhor para desempenhar seu futebol.
Porém, jogadores costumam pensar com a cabeça de seus empresários.
Não é a toa que muitos deles repercutem menos do que poderiam no mundo do futebol.