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Covardes dirigentes

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Enquanto a Portuguesa tentava facilitar o nosso trabalho, no Canindé, a Federação Paulista de Futebol, para não perder o costume, deu vexame.

Em uma ação visivelmente direcionada por funcionário ligado ao vice da entidade, Reinaldo Carneiro Bastos – aliado do atual presidente do Corinthians – quase fui expulso do espaço reservado pela imprensa.

A ação teve início após o despreparado funcionário ter sido flagrado por este escriba conversando com a turma do “Taxinha”.

Minutos depois, fui convidado a me retirar do local com o argumento de que não estava trabalhando, “apenas” assistindo a partida.

Como se no meu trabalho, no local, não estivesse incluído “assistir” a partida e presenciar a movimentação de bastidores.

Mostrei a credencial, mas de nada adiantou.

O “direcionado” funcionário alegou que teria que me retirar porque não estava com “notebook”.

Comecei a sorrir, com o que parecia uma piada, e perguntei se além de falar bobagens ele queria me dar aula de jornalismo, dizendo com que material teria que trabalhar.

Evidentemente recusei-me a sair do local, e desafiei o “despreparado” a ousar me impedir de trabalhar, principalmente pelo fato de estar devidamente credenciado para isso.

Ele não teve coragem.

Percebeu que a pressão não havia dado certo, frustrando o público que o incentivou, e que, com a covardia habitual, se escondem por trás destes incompetentes bonecos de ventríloquo.

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