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Um por todos…

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“É fácil explicar [risos]. Eu ganhava só R$ 1.500, lembra? Era muito ingênuo e não tinha empresário nem nada. Os caras me roubavam até para reformular contrato, essas coisas. O filho do Nesi Curi ficava com a maior parte. Levaram uns R$ 300 mil nas minhas costas. Já O Daniel tinha acabado de ser contratado e recebia a maior grana. Existia uma pressão para ele ser titular, mesmo que eu estivesse encaixado no time.”

“Nunca quis sair. Quem me tirou foi o Wadih Cury, que era dirigente naquele tempo. Algumas pessoas dividiram o dinheiro que o Goiás pagou para me levar e não me deram nada.”

O lateral direito Índio, campeão do Mundo pelo Corinthians em 2000, disse em entrevista à Gazeta Esportiva, o que o leitor deste blog está cansado de saber.

Seu salário era dividido com gente ligada a Nesi Curi.

Seu filho e o ex-dirigente Wadih Cury foram citados.

Mas sabemos que a turma era muito maior.

Alguns deles fazem parte hoje da administração corinthiana.

Andres Sanchez homenageou o “chefe” no aniversário do clube.

Mané da Carne trabalhou para que ele não fosse eliminado do quadro de associados.

André Negão pediu seus votos nas duas eleições anteriores.

Mario Gobbi beijou seus pés em uma reunião de conselho.

Recentemente, em Pernambuco, antes de uma partida do clube, toda a turma se reencontrou.

Foi um almoço na casa de um parente de Nesi.

O objetivo era o de encontrar uma maneira de limpar sua barra no Corinthians.

Haja desinfetante…

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