O Guarani subiu para a primeira divisão do Campeonato Brasileiro, com méritos, após o brilhante trabalho de Vadão.
Mas a união do grupo de atletas foi fundamental.
Conversando com o amigo Elias Aredes Junior, jornalista de Campinas, soube de uma história que merece ser contada.
Os atletas do Bugre acertaram com a diretoria que se conquistassem um mínimo de dez pontos, em seis partidas, dividiriam um prêmio de R$ 30 mil entre 50 pessoas (elenco, comissão técnica e demais funcionários).
Valores modestos para o padrão atual do futebol.
Nesta mesma época o zagueiro Dão vivia um drama familiar com seu filho que estava adoentado.
Precisava de R$ 7 mil.
Os atletas do Guarani, sem que Dão tivesse conhecimento, reuniram-se com os dirigentes e pediram para que este valor fosse retirado do que teriam que receber, e entregue integralmente ao zagueiro.
Dividiram, então, o restante, cerca de R$ 23 mil.
Sem dúvida, o sucesso não acontece por acaso.
