Mais uma vez o Fluminense foi tratado como terra de ninguém na noite de ontem.
Conselheiros bandidos do clube conseguiram, utilizando de subterfúgios ilícitos, impedir o impeachment e Roberto Horcades, cardiologista de Ricardo Teixeira.
O presidente do Conselho Deliberativo, Carlos Henrique Mariz, de maneira criminosa, fugiu com o livro de presença e mandou desligar o sistema de som do Salão Nobre das Laranjeiras, fazendo com que a votação se esvaziasse.
Com esta manobra conseguiu impedir a votação por falta de quórum.
Somente 103 conselheiros assinaram o livro de presença, quando o mínimo aceitável seria de 150.
Por este motivo Horcades foi mantido como Presidente do clube.
A oposição vai recorrer porque não está satisfeita apenas com o desempenho da equipe dentro de campo.
Sabe que se as coisas não mudarem, o destino do Fluminense será triste.
Continuamos apoiando a queda de Horcades, para que o futebol seja higienizado de mais um ditador.