Por JUCA KFOURI
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No Maracanã, num clássico deprimente, o Fluminense saiu na frente do Corinthians logo aos 3 minutos com Alan.
Mas foi só um soluço mesmo.
O Corinthians em seguida tomou conta da bola e empatou com Dentinho, de cabeça, aos 22, em jogada de futvôlei de Jorge Henrique, que passou com o peito um cruzamento de Alessandro: 1 a 1.
O São Paulo jogava melhor no Morumbi, pressionava o Coritiba, buscava seu gol e Leandro Donizeti deu um belo presente, aos 23 minutos, ao sair jogando mal e permitindo que Hernanes abrisse o marcador.
Aí, o São Paulo se acomodou e devolveu, com o retornado Rogério Ceni, o presente em dose dupla.
Primeiro o goleiro deu rebote num chute de Carlinhos Paraíba que Renatinho aproveitou, aos 37.
E depois, aos 42, aceitou um gol olímpico de Marcelinho Paraíba, em escanteio pela direita.
O que era doce acabou-se e o tricolor ia ter de suar sangue para evitar a catástrofe no segundo tempo.
Já sem André Dias, machucado, trocado por Oscar, passando a jogar com dois zagueiros.
E suou.
Suou, e Oscar chutou à queima-roupa, Edson Bastos defendeu parcialmente, e Washington, que acabara de entrar no lugar de Borges, empatou: 2 a 2. Aos 22.
Era justo, registre-se.
Aos 46, diga-se, o Coritiba ainda mandou uma bola no travessão paulista.
Mas foi só, o que era bom para os coxas e muito ruim, péssimo mesmo para os tricolores, tão péssimo como o empate com o Santo André, desses resultados que fazem o heptcampeonato parecer uma miragem.
O que é ótimo para o Palmeiras…