O Rio de Janeiro receberá os Jogos Olímpicos de 2016.
Fato consumado e que não pode ser alterado.
Começa agora nosso trabalho de fiscalização e apuração das coisas que devem vir por ai.
Temos que cobrar transparência nas contas e, principalmente, o prometido legado que deverá ser deixado ao povo carioca.
Razão pela qual foi justificada, em um DVD muito bem produzido, a candidatura brasileira no COI.
Muito provavelmente, o Ministro do Esporte, Orlando Silva Junior, nada terá a ver com o evento, em 2016.
Fato que nos causa alívio, devido ao que se viu, no Pan do Rio, e na corrida pela sede olímpica.
Obras superfaturadas, orçamentos fajutos e licitações dispensadas sem o menor pudor.
Precisamos agora, para não correr o risco de sermos novamente prejudicados no bolso, que o parceiro do Ministro, em todos estes eventos, seja retirado de seu cargo.
É inadmissível que Carlos Nuzman esteja à frente de um evento grandioso, que movimentará bilhões de reais, e será de grande responsabilidade para a consolidação da imagem brasileira no exterior.
A incompetência e a desonestidade de Nuzman foram comprovadas, em recente analise de contas do TCU.
Para que as Olimpíadas do Rio aconteçam da maneira como foi prometida há a necessidade de que pessoas não comprometidas com fracassos anteriores assumam o seu comando.
Não podemos assistir, novamente, a mais uma farra.