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Golpe do Ouro

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O blog recebeu denúncia, já publicada na revista Isto É Dinheiro, de que a esposa de José de Assis Aragão, ex-árbitro, acusado de corrupção no Caso Pacaembu, aplicou um golpe no atleta Junior, lateral esquerdo Campeão Mundial de 2002.

Maria Aparecida Gonçalves é a vigarista.

Resta saber qual o envolvimento do ex-árbitro, seu marido, no negócio.

O golpe é aplicado com maestria.

Cida, como ela prefere ser chamada, é uma mulher bonita, que se veste bem e exibe anéis e artefatos de Ouro.

Tudo fachada para atrair o cliente do estelionato.

Segundo uma das vítimas, a mulher de Aragão seduz seus clientes com simpatia e tem como cartão de visita o fato de ser esposa de Aragão, que serve para atrair gente endinheirada, ligada ao esporte.

Maria Terezinha Ângelo de Souza cuida dos investimentos do lateral Junior, seu irmão.

Ela adquiriu quatro “cadernetas de ouro” que somavam R$ 104 mil.

Os pagamentos foram divididos em 13 parcelas de R$ 2 mil para cada uma das apólices assinadas entre abril e julho de 2007.

No final, as barrinhas prometidas nunca foram entregues.

O nome da empresa utilizada pela mulher de José de Assis Aragão é Ourobraz S/A Comércio Importação e Exportação.

Por “coincidência”, no Rio de Janeiro, ela fica localizada no número 91 da rua da Alfândega, no Rio de Janeiro, a 80 metros da antiga sede da Confederação Brasileira de Futebol (CBF).

Em São Paulo, o escritório de Maria Aparecida está no edifício número 799 da rua Federação Paulista de Futebol, a 78 metros da mandatária do futebol paulista.

A Ourobraz, além de servir de fachada para o golpe, não tem a autorização do Banco Central, necessária para comercializar o produto.

José de Assis Aragão e sua esposa têm muito para explicar.

Ao que tudo indica, forma um casal perfeito.

Juntos, até que a cadeia os separe.

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