A matéria publicada hoje no “Estadão”, com o presidente do Corinthians, Andres Sanchez, demonstra claramente o seu despreparo para a função.
http://esportes.terra.com.br/futebol/brasileiro/2009/interna/0,,OI3848881-EI13759,00.html
“Me decepcionei em ser presidente. É um ônus pessoal e financeiro muito grande. Estou há três anos e meio afastado das empresas da minha família. Quero é terminar minha gestão e sair do Corinthians, ir embora e nunca mais me envolver com futebol. Estou cheio de ser presidente. São poucos dias de alegria para muitos de dor de cabeça”.
Até as árvores do Parque São Jorge sabem que este tipo de declaração, que ele costuma fazer com freqüência, nada mais é do que uma demonstração de que as coisas não andam bem em seu próprio grupo.
Chantagem emocional barata, devido às cobranças que vem recebendo internamente, pelas promessas de campanha, como de costume, não cumpridas.
“Na Parmalat, teve gente presa por lavagem de dinheiro. Na MSI ninguém foi preso”
Nesta declaração Andres Sanchez defende claramente seu amigo Kia Joorabchian e seus parceiros, Alberto Dualib e Nesi Curi.
Na opinião do presidente corinthiano, ninguém foi preso na MSI, portanto nada aconteceu.
Esqueceu-se, é claro, de que seus “amigos” tiveram que fugir do País para não serem pegos.
E que precisou combinar depoimento com Alberto Dualib, para não ser indiciado.
“É um ônus pessoal e financeiro muito grande. Estou há três anos e meio afastado das empresas da minha família”
Este é um assunto interessante.
De que o presidente corinthiano vive ?
No Parque São Jorge diz que as empresas do grupo SOL Embalagens são de sua propriedade.
Chegou a me falar isso pessoalmente.
Ao pesquisar, notei que nenhuma delas está em seu nome.
Qual será a mágica ?
De que empresas familiares ele fala ?
A Salamandra, que está em nome de seu primo ?
A “New But” do Uruguai, factoring, que tem como proprietário o mesmo nome que está no contrato social da Sol Embalagens ?
Muitas são as dúvidas.
Nenhuma delas, esclarecida nesta entrevista.