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“Eu usei o momento psicológico, com o Obina. Procurei mexer com o torcedor, com o estádio. Ele entrou bem. Ele não conhecia ninguém. Usei mais a parte emocional para criar um ambiente propício”
“Eles começaram a dominar o meio-de-campo. Eu tô com 1 a 0, vou buscar o contra-ataque. Coloquei o Jumar pra reforçar. Tá errado? 1 a 0 numa Libertadores é ótimo. Tem de tirar a camisa do Corinthians pra comentar e ter um pouquinho de inteligência, de coerência, e saber que a Copa Libertadores é difícil de ser jogada”
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