O promotor Paulo Castilho tem demonstrado que aprendeu bastante o ofício com o antecessor.
O negócio é aparecer na mídia.
Depois, se possível, tentar a carreira política.
Suas últimas decisões têm sido lamentáveis.
O oportunismo ao insinuar que o atleta Cristian, do Corinthians, poderia ser preso pelo infeliz gesto na partida contra o São Paulo, pelo qual ele até já se desculpou, demonstra toda a sua incapacidade para exercer o cargo que ocupa.
É mais um que utiliza-se da polícia para fins particulares, no caso, a autopromoção.
Tudo é motivo para dar entrevistas.
Seguindo a cartilha de seu professor, virou amigo das organizadas.
Recebem dele proteção especial.
Como aparecer pouco é bobagem, tratou de mandar um juiz e um promotor para acompanhar o Palmeiras no Recife.
É claro, avisou seus amigos jornalistas, para que pudesse, novamente, ser o centro das atenções.
Depois de tudo isso, ter passado o carnaval no camarote da BWA, empresa investigada pelo departamento que trabalha, virou café pequeno.
O sucessor parece estar querendo superar o mestre.
Uma verdadeira proeza.