O caso do atleta Eduardo Ramos continua repercutindo no Parque São Jorge.
Muitas mentiras foram contadas e algumas verdades mal explicadas.
O diretor de futebol Antonio Carlos Zago, sócio de Andres Sanchez no Palmeirinha, disse que o atleta tratava-se de um novo KAKÁ.
O vice-presidente de futebol Mario Gobbi declarou que precisou esconder o atleta em um hotel, por três dias, para evitar o assedio de V(W)anderlei(y) Luxemburgo.
Carlos Leite, empresário de Mano Menezes, emprestou, escondido, R$ 600 mil para ajudar o clube a adquirir os direitos do jogador.
Pelas informações, parecia tratar-se de um fenômeno.
O tempo tratou de desmascarar a operação e mostrar que nada mais era do que simples negócio.
Muitos lucraram e o prejuízo, como sempre, ficou para o clube.
Caso semelhante ao que ocorre agora.
Andres Sanchez, o presidente que tem medo, mentiu na SPORTV ao dizer que contratou o centroavante Souza por R$ 7 milhões.
Dias depois o blog descobriu que na verdade o valor correto foi R$ 4,5 milhões.
Teria sido uma tentativa de superfaturar o jogador em R$ 2,5 milhões ?
As evidências nos levam a pensar que sim.
Pior do que as discrepâncias de valor é a capacidade do atleta contratado.
Souza saiu corrido do Flamengo e fracassou na Grécia.
O valor pago por seus direitos, seja ele qual for, é um dos piores negócios já feitos por um clube de futebol.
O torcedor, que em um primeiro momento, acreditou em fadas, hoje começa a perceber a realidade dos fatos.
Mais uma vez o Corinthians foi utilizado para negociatas de atletas, onde poucos ganham muito e, como sempre, o clube fica sem nada.
Até quando ?