Oscar, Neymar e Marcelinho, de São Paulo, Santos e Corinthians, brilharam na Copa São Paulo de Juniores.
O três tem enorme potencial para serem craques da bola.
Mas ainda não são.
Tem que se dar tempo ao tempo.
A paciência é fundamental para que possam evoluir dentro de campo.
O acompanhamento familiar, além de um bom direcionamento pessoal dentro do clube, para que, fora de campo, o atleta também seja diferenciado, é essencial para que tudo caminhe da maneira como tem que ser.
Homens de bem tem a possibilidade ainda maior de se firmarem em um ramo tão competitivo como é o futebol profissional.
Há a necessidade também de blindá-los das raposas aventureiras.
Vale lembrar o caso do menino Lulinha.
Ídolo inquestionável até o sub-17 do Corinthians.
Galgado precocemente para o profissional do clube, não teve tempo suficiente de corrigir suas deficiências, nem tinha a formação ideal fora de campo.
A ganância de seu empresário tratou de prejudicar sua carreira.
Que o erro não se repita como esses promissores meninos.
