O desespero eleitoral de Andres Sanchez é evidente.
Muitas ações estão sendo tomadas sem o menor critério e divulgadas como se fossem ótimos negócios.
Ronaldo pediu para que sua rescisão não tivesse multa.
No final acertou-se que se o contrato for rompido o atleta terá pagar R$ 25 milhões.
Mas esqueceram que até agora não conseguiram os recursos para arcar com o pagamento de seu salário, cerca de R$ 1,25 milhão mensais.
Que a solução encontrada, patrocínio nas mangas e calção, propostas pelo clube, depreciará futuro acerto no peito e nas costas da camisa, acarretando prejuízo ao Corinthians.
Outro fator interessante é o arrendamento do estádio do Pacaembu.
Nos bastidores está tudo certo.
Querem, a todo custo, anunciar que o Corinthians terá seu estádio.
Na verdade não é bem assim.
A despesa do Pacaembu é muito alta.
Somente com partidas de futebol o prejuízo é certo.
O fato do estádio ser tombado pelo patrimônio histórico impossibilita reformas em suas estruturas.
Dessa maneira o clube terá dificuldades em realizar outros eventos sem comprometer a qualidade do gramado e de outras intalações.
A idéia ainda é de que o clube utilize o Pacaembu para jogos médios e continue alugando o Morumbi em partidas decisivas.
Uma decisão sem pé nem cabeça que só poderia ter surgido da incompetente trupe de Andres Sanchez.
Há ainda outros negócios ruins a serem fechados.
Pouco importa o resultado prático e sim o efeito político.
Em época de eleição é assim.
Beneficiar o clube torna-se mero detalhe.
O importante é chegar ao poder.