Não participam ?
Eduardo Ferreira, assessor de imprensa dos Gaviões da Fiel, disse, em nota publicada nesse espaço, que não tem participação alguma na diretoria de Andres Sanchez, o presidente que tem medo.
Faltou com a verdade.
A informação é de que ele participa das reuniões em que nomes de jogadores são indicados ou vetados para contratação.
Seu voto, por incrível que pareça, tem o mesmo peso que o do presidente do clube.
Esse foi um dos motivos que fizeram Nenê do Posto e Eli Werdo, ex-diretores de futebol, entregarem seus cargos.
A gota d’água foi durante a tentativa de contratar Leandro Amaral.
Edu, como é conhecido, foi o voto decisivo para o veto da negociação.
A reunião teve como participantes, Andres Sanchez, Mario Gobbi, Antonio Carlos, Eli Werdo, Nenê do Posto e Edu dos Gaviões.
Conselheiros do Corinthians e associados do clube estão revoltados com a situação.
Em minha opinião, com absoluta razão.
Documento estranho
Existe um documento no site oficial do Corinthians totalmente irregular.
Está no item “Transparência” e é denominado como análise contábil realizada pelo novo vice-presidente de finanças, Raul Corrêa da Silva.
É uma fraude.
O documento é datado de 12/2006 e foi redigido pela chapa de Andres Sanchez, o presidente que tem medo, durante sua campanha pelo poder.
http://www.corinthians.com.br/upload/noticia_191007_152815.pdf
Não é auditado e muito menos oficial.
Sua inclusão no site oficial do clube é uma afronta a inteligência do torcedor e do associado.
Waldir Coxinha, suspeito de emitir e receber dinheiro do clube através de notas frias por trabalhos não executados, participou de sua elaboração.
Obviamente é um documento que não pode ser levado a sério.
Passou vergonha
André Negão entrou ao vivo no programa Estádio 97.
Pediu direito de resposta por ter sido citado como suspeito de roubar no esporte amador.
Todos sabem de onde tira seu sustento.
Por isso considero de pouca inteligência que ele se disponha a debater com quem quer que seja.
Tente segurar o riso ao ler as próximas linhas.
André foi questionado sobre o que faz para ganhar a vida.
Respondeu: “Sou funcionário público”.
Confesso, quase cai da cadeira.
Logo depois lhe perguntaram: “então que horas você trabalha, pois passa o dia inteiro no clube ?”
A resposta foi hilária: “Eu faço o meu horário, trabalho quando quero”.
Ainda bem que André Negão se explicou.
Por um momento quase pensei que fosse bicheiro.