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O hábito de não falar a verdade

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Carlos Arthur Nuzman, presidente do COB, acostumou tanto a faltar com a verdade que ultimamente tem se superado em declarações a imprensa.

Disse agora que o Brasil fez a maior participação olímpica de sua história.

Utiliza números que beiram o ridículo.

Fala em maior numero de atletas brasileiros em uma edição olímpica, que foi a maior participação em finais, mas não cita o óbvio, a péssima colocação no quadro de medalhas.

O Brasil conquistou apenas três medalhas de Ouro.

Duas delas por esforço absoluto dos competidores.

O COB nunca ajudou Cesar Cielo e Maurren Maggi.

O restante das medalhas, na grande maioria dos casos, seguem a mesma linha.

O Brasil é um desastre olímpico, e passa longe de ser a potência apregoada por Nuzman.

Os atletas passam fome, não tem condições adequadas para preparação a nível competitivo e são obrigados a mendigar patrocínios.

Enquanto isso o COB e seus dirigentes continuam dividindo o lucro gerado pela entidade.

Nuzman deveria ter vergonha de aparecer em publico após resultados tão pífios.

Mas precisa fazer o lobby para a Olimpíada que nunca acontecerá por aqui em 2016.

Afinal, tem que justificar os milhões que Lula, o outro presidente que tem medo, liberou para sua farra.

Situação que se repetirá, com gastos ainda maiores, na Copa de 2014.

Por que essa sim, vai acontecer.

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