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Prata dolorida no futebol.

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A Seleção Brasileira feminina é medalha de Prata em Pequim.

Bem menos do que merecia, muito mais do que poderia se imaginar levando-se em consideração a preparação inadequada de sempre.

Ao contrario das americanas, inferiores tecnicamente, mas superiores em organização fora do campo.

Foi uma prata dolorida, sem duvida, mas que merece ser exaltada pela luta Brancaleônica dessas meninas que nada recebem de apoio da CBF.

A partida foi um jogo de gato e rato.

O Brasil buscava o ataque, com menos eficiência do que o costume, e os EUA, admitindo a inferioridade técnica, só se defendiam.

Poucos lances de gol foram criados.

O Brasil mandava na partida, mas não conseguia vencer a forte marcação tática americana.

O melhor momento foi em uma jogada espetacular de Marta, já no segundo tempo, em que a goleira Hope Solo fez um milagre.

No fim do tempo normal, já sem pernas, o Brasil foi salvo duas vezes pela goleira Barbara.

Que lamentavelmente falhou aos 5 minutos da prorrogação, em batida de fora da área de Lloyd, que fez o gol do título.

Marta, uma obcecada, lutou muito, chegou a ser emocionante.

Demonstrou para os marmanjos do atual futebol profissional, que é possível perder com dignidade.

Infelizmente não deu.

Mas que essas valiosas e lutadoras meninas sejam exaltadas.

Sozinhas conquistaram uma medalha de prata olímpica.

Enquanto a equipe de milionários mascarados deu vexame contando com o apoio do Imperador da CBF.

A medalha de Ouro ficou com quem se organizou melhor.

Dentro e fora de campo.

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