Ícone do site

Ex-dirigente denuncia corrupção no Corinthians – Parte 2: Dr. Joaquim Grava envolvido em irregularidade no Corinthians

Anúncios

 

Na primeira parte da reportagem, André Martins, ex-diretor de patrimônio e obras do Corinthians, contou sobre o esquema envolvendo o engenheiro Djalma Mariano.

Agora o assunto é outro.

O ex-dirigente conta que Roberto Cerqueira Cesar,conhecido como Robertinho, foi um dos que articularam a sua queda.

André Martins teria batido de frente com ele e com seu chefe, o vice-presidente administrativo, Heleno Maluf.

Por motivos que serão contados na terceira parte.

André Negão, que também o queria fora, aproveitou-se do momento e o acusou de levar dinheiro de um fornecedor de ar condicionado.

É ai que as coisas começam a ficar quentes.

André mostrou-me vários documentos em que serviços e materiais são solicitados para o departamento de obras.

Mapas de concorrência e notas fiscais de serviços executados.

Para minha surpresa, André não assinava sozinho.

Joaquim Grava, médico do Corinthians, é quem aprovava ou desaprovava os orçamentos e os serviços concluídos.

Nada a ver com sua função “oficial” no clube.

Para piorar, a transação em que o ex-dirigente foi acusado de levar dinheiro também passou pelas mãos de Joaquim Grava.

Você vai notar, no primeiro documento, na ultima linha a seguinte frase “Serviços acertados com Dr. Joaquim Grava, com ciência da Presidência”, o que significa que alem de Grava e André Martins, o presidente do clube, Andres Sanchez, também sabia do ocorrido.

No orçamento em questão foram cotadas 06 unidades de aparelhos de ar-condicionado pelo valor de R$ 25.477,40.

No segundo documento, a nota fiscal de serviços, assinada e carimbada por Andre Martins e Joaquim Grava, que afiançaram a transação, você vai notar algo estranho.

Pelo mesmo valor do orçamento estão discriminadas 09 unidades de aparelhos.

Logo depois outros serviços e equipamentos forma introduzidos no documento gerando uma elevação do preço final para R$ 33.500,00.

André Martins conta que houve um erro no valor da nota e que para corrigi-lo o emissor acrescentou os serviços não executados para que o valor pudesse bater.

O interessante é que por esse serviço ele foi demitido e acusado de roubar.

Foi o único punido em uma transação que teve a participação, no mínimo, de mais duas pessoas.

Dr. Joaquim Grava, conforme comprova a assinatura na nota, e o presidente do clube, segundo o orçamento apresentado.

E agora, como explicar ?

Clique no link abaixo para visualizar os documentos

 

Caso Joaquim Grava-André

 

 

Facebook Comments
Sair da versão mobile