Jorge Kajuru não pode falar o nome de Edir Macedo, dono da IURD.
Cada vez que citá-lo terá que desembolsar R$ 1.000.
Esse é o valor da honra do “honesto” Bispo.
A sentença descabida foi proferida pelo juiz Claudio César de Paula, da 3ª Vara Cívil de Ribeirão Preto.
Ela fere o princípio básico da liberdade de expressão.
Como proibir um jornalista de pronunciar o nome de quem quer que seja.
Difícil não desconfiar da honestidade do magistrado.
No mínimo foi incompetente em seu ofício.
Kajuru já entrou com recurso e obviamente deve vencer.
Caso semelhante ao que o promotor Fernando Capez tentou fazer com Juca Kfouri.
O promotor sofreu humilhante derrota na justiça.
No processo contra Kajuru, Edir Macedo declara que sua profissão é “Ministro de Confissão Religiosa”.
Será que o art. 171 mudou de nomenclatura ?
Diz ainda que as palavras de Kajuru lhe causaram “abalo moral incomensurável e atingiram a sua honra e seu bom nome”
Coitado.
Para conferir o atestado de idoneidade de Kajuru, na íntegra, clique no link abaixo.
No vídeo a seguir você vai notar toda a honradez de Edir Macedo.
