FUTEBOL: POLÍTICA, ARBITRAGEM E VERDADE
Fiori é ex-árbitro da Federação Paulista de Futebol, investigador de Polícia e autor do Livro “A República do Apito” onde relata a verdade sobre os bastidores do futebol paulista e nacional.
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PALMEIRAS X SÃO PAULO
Entendo que o arbitro Flávio Guerra, teve participação normal, no lance mais discutido, a cotovelada de Kleber no são-paulino André Dias, lance maciçamente mostrado pelas TVs, estas imagens, nos dão, a exata dimensão de sua violência, querer debitar ao árbitro ou a seu assistente por nada terem marcado, é pura hipocrisia dos tagarelas contumazes, que após verem o lance por algumas vezes, através a tecnologia, desandam a tecer criticas apaixonada, para tentar justificar derrota.
Nos pênaltis acertadamente marcados, Flávio Guerra, demonstrou convicção e segurança, concordo que em algumas oportunidades ao menos pela TV, nos pareceu meio desligado, creio que pelo seu jeito de ser, esta impressão prevaleceu.
PENÁPOLIS
Flávio Rodrigues Guerra é oriundo de Penapolis, cidade da qual tenho belas recordações, ao tempo em que iniciava meu caminhar pelos campos futebolísticos, envergando e praticando com honradez a arbitragem do futebol.
Deixo meu abraço aos habitantes desta pequena, porem, acolhedora cidade, ali, conheci um dos batalhadores pela manutenção do futebol penapolense e seu participar nas divisões dos campeonatos, administrados pela FPF, o sempre lembrado Claércio, creio que deva ser esta a escrita do nome deste lutador, já falecido.
Lembrando também dos árbitros: Euclides – Mandrá e Mauricio, espero que estejam bem de saúde e que torçam pelo sucesso de Flávio Guerra e dos demais árbitros que estejam representando Penapolis.
HOLOFOTES
Entendo como correto o inserido na coluna Em Cima Da Linha do jornalista Nelson Nunes: Justiça Desportiva passa a mandar no Paulistão
O Paulistão está do jeito que o Tribunal gosta.Rodada por rodada, surgem casos de repercussão capaz de direcionar os holofotes da mídia para a Justiça Desportiva.
Como a maioria dos auditores e procuradores adora essa exposição, tudo que cair no plenário é lucro, na ânsia que eles têm de virar personagens do campeonato, os processos acabam sendo instaurados mesmo quando os casos não são relatados na súmula dos árbitros.
Sabemos que a lei dá aos procuradores do tribunal o direito de abrir processo disciplinar a partir das imagens da televisão. É ai que a polemica entra, sim porque se tudo que a TV mostra for acabar nos tribunais, não haverá jogo de bola que termine no campo após os 90 minutos regulamentares.
ANAF
Não me causou qualquer surpresa o postado no blog do Paulinho, sobre os diversos pedidos efetuados por Jorge Paulo, atual presidente da ANAF – Associação Nacional dos Árbitros de Futebol, para que seu antecessor, o correto José Assis Aragão, efetua-se a entrega dos documentos pertencentes à entidade.
Como não os recebeu, Jorge Paulo, vê como possível, entrar na justiça para ter os documentos pertencentes a ANAF, devolvidos pelo Aragão de tantas glorias e tradições, Aragão, ex-administrador do Pacaembu, demitido pelo então prefeito José Serra, demissão esta que resultou em sindicância, composta por cinco mil paginas, certamente, não só de elogios, e nós os pagantes de impostos, não temos o direito de tomar conhecimento do seu conteúdo.
Seu padrinho, o deputado federal e ex-presidente da câmara Aldo Rabelo.
LEMBRANÇA
Gostaria de lembrar para Jorge Paulo, presidente da ANAF, que em uma das eleições realizadas no SAFESP – Sindicato dos Árbitros de Futebol do Estado de São Paulo, tivemos o mesmo problema, o caso foi parar na justiça e conforme palavras do doutor Hélio Coelho, foi protocolada representação contra o juiz do caso, por agir deliberadamente em favor da situação, acatando pedidos.
POLITICA
Fernando Grella Vieira, recentemente eleito procurador-geral de Justiça de São Paulo, disse que o grau de corrupção na administração publica o assusta e preocupa o País.”Assusta não só a mim, mas a todos os brasileiros pelo nível que ela alcançou”, declarou.
Nobre procurador, em meu entender, esta corrupção se alastra também nos setores chamados de privados, que entendo serem também públicos, uma vez que mexem com as entranhas do povo, envolvendo vidas e famílias que se desfazem pela paixão incontida, principalmente dos fanáticos torcedores do futebol.
Como pode ser somente privado o futebol, se é investido dinheiro público, quer direta ou indiretamente em obras e na manutenção das diversas praças por este nosso estado e pelo país?
Conhecendo como conhecemos nossos “dignos” representantes nas casas legislativas, entendemos que ao injetar dinheiro vindo dos impostos pagos pelos moradores de alguns municípios deste estado nos clubes de futebol, poderiam os membros do ministério público, sem alarde, investigar com profundidade os bastidores do futebol, até as torcidas uniformizadas?
Acorda Brasil!
As opiniões acima são de minha inteira e total responsabilidade e publicadas pelos blogs:
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