O Mundial de 2014, no Brasil, já tem seu garoto propaganda.
Será o Rei do futebol.
Ele dividirá as honras da “organização” com o Imperador da CBF.
Enquanto jogador o Rei foi insuperável.
Suas decisões eram quase sempre perfeitas.
Foi uma época de fartura para o povo.
Não podemos dizer o mesmo do reino da CBF.
Seu Imperador é conhecido pela tirania.
Seu império, constituído a partir de bajuladores subservientes e agrados a parlamentares, sempre foi contestado.
Quase foi deposto após uma intensa investigação em duas CPIs.
Foi salvo pelos fieis depositários do dinheiro do povo.
O Rei chegou a dizer que não se misturava com o Imperador.
Nos bastidores alegava não querer vincular sua imagem com a corrupção.
O problema maior é um tal de Edson.
Um simples mortal que vive tomando decisões pelo monarca.
E que freqüentemente realiza as maiores bobagens.
Edson conseguiu fazer com que o Rei fosse desacreditado pelo povo que sempre o amou.
Povo que já não tem o mesmo carinho de antes.
O Rei era perfeito.
Mas Edson cheira hipocrisia.
A Copa de 2014 começa da maneira que esperávamos.
O Rei e o Imperador sorrindo.
E o povo pagando a conta.
