De Vitor Birner
Nacional 3×0 Flamengo.
O time de Joel Santana se encolheu no Uruguai.
Até começou bem, mas recuou demais e permitiu ao Nacional usar suas óbvias e poucas virtudes ofensivas.
Chutes de média distância e cruzamentos na área, como outro tricolor, o paulista.
O primeiro gol do Nacional aconteceu por causa da falha do goleiro Bruno. Ele rebateu a bola fraca para o meio da área e poderia, sem dificuldade, ter espalmado para longe.
E os donos da casa continuaram mandando na partida, mas sem grande brilho.
Mas Toró agrediu o gandula que fazia cera e foi expulso. Apesar da regra determinar isso, vale discutir o lance.
Pouco tempo depois, o árbitro não viu Fábio Luciano, o melhor flamenguista em campo, chutar de propósito a cabeça de Bertolo.
Após o intervalo, aconteceu a outra bobagem.
Leonardo Moura deu, por nada, uma voadora nas costas do adversário e também levou cartão vermelho aos 5 minutos. Típico lance de quem “não gosta”de divididas e estava assustado pelo estilo agressivo dos uruguaios.
Com nove ficou impossível.
Os outros gols do Nacional aconteceram após um cruzamento que Bruno corta mal e a bola fica no meio de um monte de jogadores na entrada pequena área até Morales chutá-la, e na cobrança de falta que desviou na barreira.
Mais que futebol, faltou maturidade ao campeão da Taça Guanabara/.
Toró e Leo Moura não participarão do próximo jogo da Libertadores, contra o mesmo nacional, mas no Maracanã.
