Artur Eugênio, do Futebol Interior, pediu a minha cabeça no UOL.
Leia abaixo pequenos trechos de noticias publicadas pelo portal, sobre o “honesto” advogado.
a) Acusados de envolvimento com narcotráfico, crime organizado, roubo de carga e lavagem de dinheiro
William Sozza (também por sonegação fiscal)
Arthur Eugênio Mathias, advogado (também por sonegação fiscal)
Geraldo da Silva Burdini Júnior (também por sonegação fiscal)
Eduardo José Sozza
http://www1.folha.uol.com.br/folha/cotidiano/ult95u16082.shtml
Pelo menos 12 acusados pela CPI do Narcotráfico por envolvimento em um esquema de roubo de cargas no país foram condenados ontem pela Justiça de Campinas (95 km a noroeste de São Paulo). Entre eles estão William Walder Sozza, o advogado Arthur Eugênio Mathias e os policiais civis Fernando Penteado e José Francisco Chevel Labaki.
Mathias, ex-advogado de Sozza, foi preso ontem pela manhã em seu escritório pela Corregedoria da Polícia de Campinas. Ele foi condenado a sete anos de prisão. O advogado será encaminhado para uma cela especial do Regimento de Polícia Montada da Polícia Militar, em São Paulo.
Mathias já havia sido preso três vezes _em novembro e dezembro de 99 e abril de 2001_ por ligação com o crime organizado.
Mathias foi condenado pelo juiz Nelson Fonseca, da 3ª Vara Criminal, por formação de organização criminosa e falsificação de documentos
http://www1.folha.uol.com.br/folha/cotidiano/ult95u70692.shtml
A CPI do Narcotráfico encontrou uma lista de nomes, que seriam de policiais de Campinas, em disquete apreendido no escritório do advogado Arthur Eugênio Mathias, no dia 15. Os parlamentares acreditam que os nomes, seguidos de valores, são indicação de um esquema de corrupção policial, envolvendo tráfico de drogas. Os policiais citados deverão ser chamados a depor na CPI. A lista menciona pagamentos de R$ 100 a R$ 3.000,00.
A CPI deverá convocar Arthur Eugênio Mathias novamente, para esclarecer informações contidas no disquete. Os parlamentares acham que foi um erro a Justiça soltar Mathias. No dia da prisão do advogado, um membro do Ministério Público teria dito aos parlamentares da CPI: “Vocês prendem o advogado hoje e na próxima semana o desembargador solta ele”. Seria, para os parlamentares, uma referência ao desembargador Djalma Rubens Lofrano, que soltou o advogado e fez críticas à CPI.
http://www2.uol.com.br/JC/_1999/3011/br3011a.htm