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Os ‘inimigos’ se juntam em ambiente do Corinthians

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Sábado, estiveram no Parque São Jorge dois então “inimigos” que, durante as eleições presidenciais que levaram Augusto Melo ao poder no Corinthians, chegaram a trocar ameaças pesadas.

André Negão e Claudinei Alves — este último, um dos vértices do chamado “esquema Barbarense”.

Inusitado?

Não no ambiente político do Corinthians, em que circulam, há algum tempo, informações de que André Negão estaria controlando, por meio de preposto, a Diretoria de Esportes Terrestres da gestão Stabile — o que Claudinei, ávido por negociar jovens promessas, enxergaria como oportunidade de negócios.

Este é o cenário.

Salvo uma Intervenção Judicial ou a improvável implementação do voto do Fiel Torcedor nas próximas eleições, o presidente do Corinthians, com o objetivo de se manter no poder, seguirá loteando cargos, empregos e negócios a diferentes grupos políticos, independentemente de lado ou reputação.


Apesar de estarem em campos opostos por muitos anos, Stabile — que sempre costeou o alambrado de quem estivesse no comando do clube — e Negão sempre mantiveram boa relação, como demonstram os registros abaixo.

Osmar Stabile, André Negão, Andres Sanches (costas) e Paulo Garcia
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