Após as primeiras notícias da ligação da Fictor com empresas associadas ao crime organizado, a presidente do Palmeiras, valendo-se da cláusula anticorrupção vigente no contrato entre as partes, deveria ter rompido o acordo.
Não o fez.
O Blog do Paulinho, com exclusividade — informação confirmada pela Globo na semana seguinte —, revelou que a empresa teve todas as contas e bens bloqueados, até que o montante de R$ 150 milhões fosse atingido.
Quase nada foi encontrado.
Era razão mais do que suficiente para o distrato.
Leila pagou para ver — sabe-se lá por quais motivações.
O escândalo, então, se revelou.
Diante da recuperação judicial da Fictor, que já deixou de pagar o compromissado em janeiro, entre mensalidades e premiações, o Palmeiras anunciou o fim da parceria.
Do comunicado, destacamos:
“O clube estuda as providências legais cabíveis para o recebimento dos valores devidos pela Fictor.”
É para inglês ver.
O dinheiro está perdido, tomado que foi para o ressarcimento de vítimas de malfeitos — o que sobrou, evidentemente.
A parceria com a Fictor não é a única aposta errada de Leila no Verdão.
Em silêncio, a cartola ainda não se movimentou para retirar do COF o marginal (da REAG) que ajudou a eleger e que preparava para sucedê-la nas eleições presidenciais — outro acusado de lavar dinheiro do PCC.
