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Corinthians segue com a REAG/PCC ‘administrando’ o dinheiro da Arena

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Informe Mensal do Arena Fundo FII, protocolado na CVM (Comissão de Valores Mobiliários), registrava, até 5 de dezembro, uma dívida de R$ 100.120.661,24, confessada pela gestão de Duílio “do Bingo” Monteiro Alves.

Eis que, como por encanto, a pendência “desapareceu”.

No informe mais recente, o valor cobrado é de apenas R$ 569.791,55.

Não há qualquer explicação para o novo ajuste contábil.

Nem por parte da REAG, mantida como gestora do Fundo apesar de investigada por ligações com o PCC, muito menos pelo Corinthians.

Diante do histórico recente de movimentações financeiras do clube, é pouco provável que a dívida tenha sido quitada.

O informe aponta ainda outras pendências: R$ 628.963,44, classificados como “outros valores a pagar”, além de R$ 208.475,20 devidos à REAG, referentes à taxa mensal de administração do Arena — valor correspondente a duas parcelas, o que indica atraso de um mês.

No caixa do Fundo permanecem R$ 20.210.074,93.

Sabe-se agora, a partir da revelação do novo acordo entre o clube e a CAIXA, que se trata de quantia retida obrigatoriamente como garantia do empréstimo: R$ 20.104.065,20 aplicados em renda fixa e R$ 106.009,73 disponíveis em conta corrente.

Ao manter a REAG como gestora dos recursos do estádio, o Corinthians segue, de forma irresponsável — como evidenciado no recente pedido do Ministério Público de São Paulo à Polícia Federal para abertura de investigação —, arriscando não apenas o patrimônio alvinegro, mas aquilo que talvez ainda lhe reste de credibilidade.


Clique no link a seguir para acessar a íntegra do Informe Mensal do Arena Fundo FII, protocolado em janeiro de 2026, referente às contas de dezembro de 2025:

Informe Mensal – Arena Fundo – janeiro 2026

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