
Salvo, ao menos até o julgamento do recurso da Procuradoria, pela subserviência de um STJD que não considerou — ou foi induzido a não considerar — sua grave e explícita participação em manipulação de resultados, Bruno Henrique voltou a aprontar.
É o que costuma acontecer com os agraciados pela impunidade.
Desta vez, não facilitou esquemas de apostas, mas, em clara demonstração de seu nível educacional, ofendeu torcedores argentinos — e todos os que acompanhavam pela televisão — com gestos obscenos.
Dizem que será punido pela Conmebol, que não trata o Flamengo como a CBF e o STJD.
Até quando o presidente rubro-negro exporá o clube a tamanha humilhação?
Qualquer instituição minimamente séria — ainda mais do porte do Flamengo — não manteria esse tipo de gente, reiteradamente delinquente, em seu quadro de colaboradores.
