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Dudu quer a prisão de Leila Pereira

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Imagem: IA

Em queixa-crime ajuizada na 5ª Vara Criminal da Barra Funda, o jogador Dudu pede condenação, e consequente prisão, de Leila Pereira, presidente do Palmeiras, pela prática, em quatro ocasiões, dos crimes de calúnia e difamação.

A audiência de conciliação está marcada para 6 de agosto de 2025, às 14h20, e será realizada de forma virtual.

Caso condenada, Leila, por ser primária, terá direito a substituir a pena privativa de liberdade por medidas alternativas.

Há ainda a possibilidade de firmar acordo com o Ministério Público — o que evitaria a perda da primariedade.

Outra alternativa seria a retratação, o que resultaria no arquivamento do processo.

Claro, a melhor hipótese para a dirigente seria a absolvição.

A origem do conflito está em declarações públicas feitas por Leila durante entrevista coletiva no dia 18 de abril de 2024.

Na ocasião, a presidente afirmou que Dudu teria “simulado lesão” e se recusado a jogar, mesmo estando em condições físicas, após uma negociação frustrada com o Cruzeiro.

A defesa do jogador alega que tais falas ofendem sua honra e atingem diretamente sua reputação profissional.

“(Leila comportou-se com) dolo evidente, com o objetivo de manchar a imagem de um atleta exemplar.”

O documento também ressalta o desequilíbrio de forças entre as partes.

Leila, além de presidir o clube, é proprietária das empresas que o patrocinam (Crefisa e FAM), o que amplia seu poder institucional e midiático.

Nesse contexto, segundo a denúncia, ela teria abusado de sua posição para, de forma deliberada, difamar o jogador e justificar seu afastamento.

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