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O que é mais relevante na denúncia do MP-SP no caso Corinthians – PCC?

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Ontem, o MP-SP, acolhendo quase integralmente o indiciamento da Polícia Civil, denunciou o presidente afastado do Corinthians, Augusto Melo, e seus capangas — Marcelo Mariano, Sérgio Moura e Alex Cassundé — por associação criminosa, lavagem de dinheiro e furto qualificado.

Também foram denunciados Ulisses Jorge, da UJ Football, e Victor Henrique de Shimada — ambos tratados como membros do PCC que teriam ajudado a lavar o dinheiro surrupiado do alvinegro.

Yun Ki Lee, que estava indiciado, livrou-se da denúncia, sendo tratado apenas como advogado relapso — o que, por óbvio, não é nada edificante.


Confira, no link a abaixo, a íntegra do documento:

Íntegra da denúncia do GAECO contra o bando que assaltou o Corinthians


Todos os denunciados terão dez dias para apresentarem suas defesas por escrito.

Após esse prazo, a Justiça decidirá se os torna réus e os leva a julgamento.

Além do tema principal, outras medidas importantes fazem parte dos pedidos do MP-SP. São elas:

Listados: Augusto Melo, Alex Cassundé, Marcelinho Mariano, Sérgio Moura, Ulisses Jorge, Victor Shimada, UJ Football, UJ Holding, Victory Trading, Rede Social Media Design, Wave Intermediações, THABS Soluções, Carvalho Distribuidora e ACJ Platform.

Foram mencionados nos documentos que embasam a denúncia: Haroldo Dantas, União Barbarense, Marcos Boccatto, Água Santa, Paulo Korek (presidente do Água Santa), Danilo “Tripa”, Buzeira, Ricardo Jorge, Valmir Costa, Christiano Menezes, Ninja, Lion Soccer, Thiago Laurindo, FFP Agency, Universal Sports Limited (Reino Unido), B&H M2, Unipessoal, Lda., e Léo Moura.

O processo que identificou a associação de cartolas do Corinthians com o PCC, como se observa, é apenas a ponta de um iceberg — com desdobramentos ainda impossíveis de mensurar.

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