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Bastaram poucos dias de análise para constatar o que era óbvio: dos 87 jogadores contratados pela gestão Augusto Melo para as categorias de base do Corinthians, 46 não tinham a menor condição de chutar uma bola.
Foram dispensados.
Outros 25 ainda estão sob observação, o que poderá elevar o número de demissões para quase 70.
Alguns desses jogadores são filhos de conselheiros alvinegros.
Esse é o retrato do caos gerado por um esquema que visava, unicamente, valorizar mercadorias sem qualidade, pertencentes a agentes de jogadores ligados à diretoria, com o objetivo de preencher os bolsos dos envolvidos.
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