R$ 5 milhões mensais, além de valores agregados mediante o cumprimento de metas: essa seria a proposta salarial articulada por Leila Pereira para ser oferecida ao treinador Abel Ferreira em uma possível renovação de contrato.
Não há o que justifique tamanha insanidade.
Se confirmada — e a fonte é confiável —, a proposta impactaria não apenas as finanças do clube, mas também o mercado das equipes de porte semelhante no futebol brasileiro.
Qualquer treinador “meia-boca” contratado por time grande — em regra, os mesmos nomes que se revezam entre as agremiações — se acharia no direito de exigir quantia semelhante, ampliando a folha salarial a níveis pornográficos e os passivos com multas por demissão, quase inevitáveis no sistema vigente.
Leila precisa ter mais responsabilidade.
