
Ainda no início do trabalho, é possível notar a enorme diferença de comportamento, tático e de postura, da Seleção Brasileira de Ancelotti em relação aos arremedos de times que vestiram a camisa amarela nos últimos anos.
Da água para o vinho?
Não.
Do vinho para o vinho.
Do italiano — de qualquer região — para o brasileiro (ainda que com a ajuda da imprensa para promovê-lo).
Ancelotti é comprovadamente competente e tem tirado leite de pedra diante de uma geração apenas mediana.
Os treinadores brasileiros, despreparados e soberbos a ponto de acreditarem que não precisam aprender, enganam e são tratados, indevidamente, como bons à primeira conquista num deserto de futebol — salvo as exceções milionárias, como Flamengo e Palmeiras, que são os nossos campeonatos.
Se será suficiente para o hexa, o tempo dirá.
Mas é nítida a evolução, em diversos sentidos, em relação ao que se via até aqui.