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A Comissão de Clubes, formada pelos cartolas Júlio Casares (São Paulo), Luiz Eduardo Baptista (Flamengo), Marcelo Paz (Fortaleza), Carlos Amodeo (Vasco da Gama), Alessandro Barcellos (Internacional), Adalberto Baptista (Botafogo-SP), Flávio Horta (Volta Redonda), João Vitor (Maringá) e Rogério de Siqueira (ASA), enviará a Rodrigo Martins Cintra, da arbitragem da CBF, ao menos três sugestões de alterações no protocolo de utilização do VAR.
São elas:
- cortar a comunicação do árbitro de campo com o VAR apenas no momento em que algum lance estiver sendo revisado no monitor, evitando que os palpites da cabine interfiram na tomada final de decisão;
- limitação de tempo (no máximo, dois minutos) para o VAR encontrar ilegalidades em lances – pressupondo que além do determinado significaria que a jogada não é nitidamente irregular, devendo prevalecer o entendimento de campo;
- Restrição para apenas 25 segundos anteriores a um gol assinalado como limite máximo de checagem de possível falta (ou outra irregularidade originária do lance)
As ideias são ótimos e deveriam ser adotadas imediatamente.
O VAR é necessário, mas não pode servir de muleta, nem de constrangimento (como ocorre agora) às decisões do árbitro de campo, que precisa restaurar a autoridade perdida com o excesso de intervenções e pressões.
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