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Chefias de Comunicação do Corinthians custavam R$ 120 mil mensais

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Tiago Maranhão

Tiago Maranhão, Diretor de Comunicação do Corinthians, e Vinicius Manfredi, de Marketing, recebiam, juntos, R$ 120 mil mensais de salários.

R$ 60 mil cada.

Havia ainda premiações por metas.

Manfredi foi desligado; Maranhão permanece no cargo – sob o ‘seguro’, dizem, de Fabinho Soldado.

Era, provavelmente, a comunicação mais cara entre os clubes de futebol do Brasil – sem contar os vencimentos de cargos subalternos.

O resultado corresponderia ao investimento?

Vinicius fechou alguns acordos, apesar de atrapalhado pela ação criminosa de seus chefes; Maranhão permitiu a utilização de seu departamento como caixa de ressonância de ‘fake-news’.

A regra: priorizar influencers.

Torcedores, associados e conselheiros, além da imprensa em geral, consequentemente, estariam sempre desinformados.

Com a chegada do Edgard Soares, expert em notícias falsas e em embolsar comissionamentos, a situação, tanto no marketing quando no trato às notícias, tende a ficar ainda pior.

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