Indiciado pela Polícia Federal por estelionato e fraude em jogos esportivos, cometidos quando combinou com parentes que tomaria cartão amarelo num jogo contra o Santos, o atacante Bruno Henrique corre o risco de passar boa temporada na prisão.
As provas são robustas, incluindo conversa de whatsapp do atleta combinando a falcatrua.
Antes do relatório da PF, como costuma ocorrer com boa parte dos vigaristas, Bruno utilizou-se de religião para defender-se:
“Recebi (a ação da PF) de uma forma agressiva. Não esperava da forma que foi. Mas eu acredito na justiça lá de cima”
Em existindo, Deus não julgaria Bruno Henrique.
Pelo menos não em vida.
O jogador acertará as contas com a Justiça Federal, manchando, indelevelmente, sua carreira.
A burrice de quem se meteu em enrascada sem precisar do dinheiro se juntou à necessidade de agradar parentes pilantras – que a psicanálise há de explicar, resultando na utilização da incultura como defesa do comportamento reprovável de quem deveria servir de exemplo aos mais jovens.
